Coloque seu titulo

Personagens épicos são interpretados em diversos seriados, alguns um pouco exagerados outros mais brandos, mas em sua maioria irresistíveis. Em um dia de rainha vamos conhecer as majestades que poderiam existir e que iríamos amar conhecê-los.Confira abaixo a nossa lista de reis da ficção que amamos

Leia mais

Coloque seu titulo

Fala ou descreva seu conteudo referente a imagem ao lado ou artigo que você pretende divulgar.

Leia mais

Coloque seu titulo

Fala ou descreva seu conteudo referente a imagem ao lado ou artigo que você pretende divulgar.

Leia mais

Coloque seu titulo

Fala ou descreva seu conteudo referente a imagem ao lado ou artigo que você pretende divulgar.

Leia mais
Mostrando postagens com marcador Books. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Books. Mostrar todas as postagens

Datilografando: “A Seleção” uma série cheia de amor e competição!

Pinterest


Ao olhar para a minha estante essa semana, vi uma das minhas trilogias favoritas a série “A Seleção” da autora Kiera Cass, e pra relembrar de quando eu a li pela primeira vez, resolvi fazer esse Datilografando contando a história e o que achei de cada livro da série, vocês podem conferir a seguir em leia mais:




América Singer é uma garota que vive no futuro onde hoje em dia é o Estados Unidos que com a guerra foi transformado em Estado Americano da China e logo depois em Iléa, um país monárquico que divide sua sociedade em oito castas. América faz parte da casta Cinco, ou seja, a dos artistas, músicos, fotógrafos e dançarinos e por ser de uma casta considerada baixa ela teve que começar a ganhar dinheiro cedo para ajudar a família. Mas tudo mundo quando ela se inscreve para A Seleção, uma competição onde 35 garotas tentam conquistar o coração do Príncipe para que ele a escolha como sua esposa e futura Rainha.

Para a maioria das garotas, essa é uma grande oportunidade de sair de seu pequeno mundo e se tornar algo maior do que jamais imaginaram. Mas não para América, seu grande sonho de vida era casar com Aspen, o rapaz que realmente ama, porém ele está uma casta abaixo. Até que este a convence de se inscrever na Seleção, imaginando uma vida melhor para sua amada. América, então, é selecionada como uma das 35 garotas, a visão de amor por Aspen logo se acaba quando ela conhece o príncipe Maxon, um jovem bondoso, educado e engraçado, que logo consegue a amizade da garota.



É nesse momento, quando América começa a se apaixonar pelo príncipe, que ela reflete sobre seu futuro, e fica ainda mais confusa quando descobre que Aspen agora trabalha no castelo. Esse livro, para mim, foi um dos melhores que já li. O romance envolvente em torno dos protagonistas me contagiou, o que me fez devorar o livro em dois dias. Também há uma parte de política e envolvida, o que me chama atenção para os problemas da sociedade atual.



No segundo livro a competição continua, mas com apenas 6 garotas. América, está muito feliz por ser uma das finalistas mas com medo de ser mandada de volta para casa por ter desafiado o rei em alguns aspectos políticos, e pra deixar tudo mais confuso ela está em meio a um triângulo amoroso. Confusa, ela sente conforto todas as vezes que encontra Aspen pelo castelo, porém, todos os momentos com Maxon são sempre mágicos e inexplicáveis, deixando-a cada vez mais insegura, sempre pensando se é aquilo que ela realmente quer. Sendo essa a continuação de A Seleção, pra mi a autora deveria ter focado um pouco mais no lado distópico da história. Sim, há alguns fiapos de soltos ao longo do livro, o que dá uma esperança para que no terceiro e último livro tudo o que é esperado pelos leitores aconteça.



Restando apenas 3 competidoras, A Escolha continua a história sobre a competição pelo coração de Maxon, América ainda está um pouco confusa com tudo o que está acontecendo, mas finalmente decide o que ela realmente quer. Enquanto isso, o castelo é atacado por rebeldes, do norte e do sul. E é nesse caos todo que Maxon tem de fazer a decisão de sua vida e decidir quem ele escolherá como sua esposa e assumirá o reino ao seu lado. Houve uma certa decepção da minha parte. Sim, adorei o livro, porém foi um pouco decepcionante a não exploração da história e seus aspectos mais profundos em questão, a solução do triangulo amoroso que não foi tudo o que eu esperava, a relação do príncipe com os rebeldes... Enfim, há um final realmente chocante que realmente poderia ser mais explorado.



Então você já leu algum dos livros? O que achou? É Team Maxon ou Team Aspen? Fala pra gente!

Datilografando: Conheça a história da Casa das Orquídeas!

Pinterest


Eu poderia falar de diversas sensações quando li A Casa das Orquídeas, já me apaixonei de cara pela capa do livro e pela resenha, mas a história me tocou ainda mais. Tudo começa nos dias atuais em Norfolk, na Inglaterra com a personagem Júlia sofrendo pela morte do marido e de seu filho em um acidente de carro quando moravam na França. Na infância Júlia viveu em Wharton Park com seus avós que eram jardineiros na mansão da família Crawford. Agora que a casa está a venda, pois seu único herdeiro Kit Crawford não tem condições de mantê-la, a vida dos dois será afetada.

As coisas começam a mudar quando Kit encontra um diário que estava escondido na antiga casa dos avós de Júlia. Datado de 1941, as páginas antigas revelam um romance que aconteceu durante a segunda guerra em Wharton Park entre Olívia Drew-Norris e Harry Crawford. O livro então começa a contar a história dos dois jovens, narrados pela avó de Júlia, Elsie. Aos poucos vamos descobrindo um romance conturbado não só pela guerra mas também pelas próprias escolhas de Harry e Olívia. Quando retorna aos tempos de Júlia ela descobre que precisa mudar a sua vida e quem sabe voltar a tocar piano, sua maior paixão.



Não posso dar muitos detalhes da história caso contrário acaba estragando a leitura. O que posso garantir é que a Casa das Orquídeas não é um simples caso de família, são dois romances e personagens que viveram em tempos diferentes e que enfrentaram diversos problemas e acontecimentos surpreendentes, mas que no final apresentam uma incrível ligação. Com 560 páginas nem um pouco cansativas, os livros de Lucinda Riley são sempre uma ótima leitura! Em breve venho falar dos outros.

"A partir de então, o silêncio que dominara Wharton Park por muitos anos foi quebrado. Em seu lugar, a casa estava cheia do som de belas músicas, já que Júlia bania seus demônios e tocava no magnífico piano se deliciando com o retorno ao instrumento que era simplesmente parte de sua alma"

Datilografando: Tudo sobre Morte Súbita, o romance adulto de J.K. Rowling

Pinterest

Estamos mais uma vez com nossa sessão de resenhas e dessa vez iremos falar tudo sobre o lançamento não tão recente assim de Morte Súbita, da criadora de Harry Potter: J.K. Rowling. O romance adulto (que por sinal é o primeiro do gênero escrito pela autora) é ambientado no vilarejo de Pagford, quando o Conselheiro Barry Fairbrother falece subitamente diante toda uma sociedade que fica em estado de choque com a notícia. Logo após a morte, os conflitos políticos e sociais ficam cada vez maores no pequeno vilarejo, e principalmente quem ocupará a vaga deixada por Barry no conselho administrativo paroquial, dando início á uma eleição repleta de revelações inesperadas.

O livro conta com muitos personagens (em torno de 30). A autora diante das 500 páginas sente a necessidade de explorar cada um dos personagem indo á fundo nos detalhes psicológicos de todos. Em sua maioria fica claro o embate da classe pobre com a rica. Os destaques ficam para o carisma de personagens como o falecido Barry, a inconstante e dependente química Terri Weedon, além da sede de poder de Howard Mollison e sua esposa preconceituosa Shirle e Andrew Price com sua lealdade ao autêntico "Bola" Wall.



Particularmente, eu comecei o livro com um certo medo por achar que a autora poderia de alguma forma trazer alguns traços de suas obras anteriores, o que acabou sendo errado visto que ela desenvolveu bem esse lado para a literatura adulta, apesar de exagerar no vocabulário, como é provado no cenário de Fields, onde Terri Weedon que é dependente química apenas grita palavras ofensivas toda a história e que acaba distorcendo e deixando uma imagem um pouco vaga de um "viciado".

O livro acaba por se tornar instigante para o leitor que ao perceber que as questões políticas ali debatidas são as mais reais o possível, que estão presentes no nosso dia-a-dia. Como um grupo destinado á lutar pelas suas necessidades pessoais usando de artifícios duvidosos e má índole. É interessante observar também a vida de casados como Samantha e Miles Mollison e a realidade exacerbada de uma mulher que detesta sua vida e deseja homens que não seja seu marido, assim como um homem que se torna o reflexo de seu pai e se volta completamente para a política.
"O casamento é sempre um mistério para quem está de fora – disse ela, cautelosa. – Ninguém pode saber o que acontece entre duas pessoas, só elas mesmas. Você não devia julgar ninguém, Gavin."

J.K. Rowling sabe o que está fazendo ao nos transportar para o mundo de Pagford, e não peca pelos detalhes mostrando um desfecho impressionante e nada previsível para o livro, o que pode gerar uma certa revolta interna pelos simpatizantes (para quem ler, e espero que leiam, vão entender). Devo confessar também que o que prende de fato o leitor é a vontade de descobrir fatores que são encadeados pelo aneurisma cerebral de Barry Fairbrother (pois vamos combinar, nada mais certo que a morte), como o ocupante de sua cadeira no conselho, os futuros incertos dos adolescentes presentes: Andrew, Bola, Gaia, Sukhvinder Jawanda, e Krystal que desempenham um papel fundamental desde o início ao desfecho da história, e as revelações pessoais que são expostas diante de toda uma sociedade conservadora aos poucos.

Afinal, pra quem leu, ou irá ler essa história se deixe levar pela narrativa e envolva-se com os mistérios e personagens do vilaerjo. E o mais legal disso tudo? É que foi noticiado que haverá uma adaptação do livro para a TV americana em formato de seriado que deverá ser exibida ainda esse ano, ou seja, além de ter amado o romance ainda teremos o gostinho de ver de sua adaptação. Já estou aguardando ansiosamente, e vocês?

Datilografando: Resenha do livro Estado de Graça de Ann Patchett

Pinterest

Estreando nossa mais nova categoria no blog o Datilografando, que será composta somente por resenha de livros que valem a pena a indicação. Começando com o intrigante Estado de Graça que faz parte dos lançamentos da Editora Intrínseca, e quando vi Estado de Graça já me encantei e quis ler na hora (ainda mais por sua capa linda, ainda mais eu que sou do tipo de pessoa que inevitavelmente julga um livro pela capa).

A história é um suspense desinibido e envolvente, que retrata a Dra. Marina Singh que faz parte de um influente grupo farmacêutico norte-americano, que financia uma pesquisa da Dra. Swenson no interior da região Amazônica dentro da tribo indígena lakashi que possui a capacidade de criar uma droga capaz de manter as mulheres férteis por toda a vida, mesmo após os 60 anos. Isso é possível a partir da casca de uma determinada árvore localizada na região da tribo.

O livro em si possui um desenvolvimento arrastado, mostrando os acontecimentos nos detalhes mínimos, desde o ambiente gélido de Minnesota nos Estados Unidos até o clima tropical de Manaus e posteriormente a floresta. Apesar de ser uma história que fascina pela descrição do interior da Amazônia como algo selvagem e amedrontador, o que apesar de ser uma descrição ficcional nos encanta pela riqueza e capacidade de envolver o leitor.

"Vou lhe dizer que os nativos têm algo genial: os venenos. Existem por aqui plantas tão variadas, insetos e répteis capazes de matar uma pessoa que parece que qualquer idiota poderia fazer um composto capaz de derrubar um elefante. De resto, o povo sobrevive apesar dos cuidados que recebe. O ser humano é resiliente demais para que as coisas aconteçam de forma diferente."

Uma gafe da autora Ann Patchett foi em descrever o Brasil com aquela visão etnocentrista estadunidense, onde o Brasil é visto superficialmente e Manaus descrita como uma selva ultrapassada. Outro erro foi o desfecho da trama, que apesar de agitado é previsível e várias pontas soltas que foram deixadas de lado durante o desenvolvimento da trama. Porém, apesar dessas questões o livro é uma ótima indicação para quem busca uma história diferente e que mostra um mundo fascinante, além das várias citações sobre a botânica e os animais nativos. Portanto, leiam e depois nos contem o que acharam!

Links da semana #3

Pinterest
1- Essa semana li "Quem é você, Alasca?" do John Green (apaixonante) e coincidentemente achei essa resenha bacana da Just Carol sobre o livro!

2- Muitos já devem ter visto a campanha "Chega de Fiu Fiu" do site Olga, que é contra o assédio sexual em espaços públicos, mas vale a pena relembrar. Nas cinco primeiras horas no ar, os resultados da pesquisa foram compartilhados por mais de 10 mil pessoas!


3- Quando reciclar toma outro sentido: "É sustentável mas é horrível", tumblr com criações politicamente estranhas, hahaha!


4- Tem também o primeiro vídeo das meninas do Cabide Colorido, com uma receita que deu MUITA vontade de fazer, o "Banoffee"!


5- E como Meg Cabot foi minha primeira leitura depois dos gibis da Turma da Mônica (quando virei gente grande), achei demais ver uma releitura dos contos de fada com direito a carta da Mia Thermópolis (sdds)... É o "Livro das Princesas" no blog da Mel!